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15 de dez de 2009

Jogo passa 'a pior imagem possível' do Rio, diz delegada sobre Call of Duty 2(sic)

Jogo passa 'a pior imagem possível' do Rio, diz delegada sobre Call of Duty 2(sic).

É isso o que diz a matéria da Globo sobre Modern Warfare 2 (no caso, se refere a Call Of Duty 2, que na verdade é outro jogo, mas tudo bem, prossigamos).Eu ri quando lí essa matéria! Jornalismo totalmente "caça frag" (pra quem não entende do termo dos jogos de fps, significa, ir atras de mais pontos"), uma vez que a delegada diz a opnião DELA sobre o jogo. Totalmente descontextualizada; nem joguei o jogo ainda; sou seguro em dizer que ela não falou nada com nada sobre o game.



“Quando se associa o Rio de Janeiro, principalmente a imagem do Cristo Redentor, com a imagem estereotipada da favela, num primeiro momento, para quem não conhece a realidade, pode parecer sim. Mas o que vemos dentro da favela é que existe vida,e o jogo não mostra isso”.disse a delegada titular Helen Sardenberg, da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) do Rio de Janeiro.

Aqui ela confunde Modern Warfare 2 com The Sims!... Como assim não tem vida dentro do jogo? E os soldados são robôs? (risos sarcásticos) Tem vida e tira-se vida lá!

Para a delegada, apesar de a violência fazer parte do cotidiano dos moradores destas regiões, não há semelhança entre as operações policiais e as cenas produzidas pelo jogo.

Claro! Talvez porque a trama se passe em 2016, e o jogo ser uma ficção, nunca haveria qualquer semelhança. Até mesmo porque não existe uma "Operação Policial" dentro da história, e sim uma Ação de operações especiais em busca em um terrorista internacional. Não é um jogo produzido para/pelo o Rio de Janeiro.

“Eu acredito que o jogo foi criado por pessoas que não convivem com a realidade das comunidades."

Ser menos óbvio, impossível?
Ninguém da produção estava preocupado com a imagem do Brasil. Muito menos da Rússia, que vem sendo colocada como vilã principal do jogo desde o primeiro Modern Warfare. Além do mais, o jogo nem se quer está tendo tanta repercussão no Brasil como está tendo lá fora. Por aqui só se entra jogo baixado ou pirateado.
Ainda aguardo o lançamento oficial no Brasil pra poder dar uns tiros nos traficantes.


Ela ressalta que um dos principais “erros” do jogo são as armas usadas pelos protagonistas do jogo. “A gente vê no jogo utilização de granadas, o que não se usa, por causa do potencial lesivo. Com relação a outros tipos de armas, eu posso dizer que são armas poderosas, que são utilizadas em situação de exceção, e não de regra”.

E conclui: “O jogo estimula no jogador uma imagem de que todo aquele tipo de arma é necessária para o confronto, quando não. Num primeiro momento, nós temos que trabalhar com armas não letais, com mediação”.


Ok, aí foi longe! Tudo bem, vamos pegar leve, já que a delegada não é uma crítica de games. Mas se ela soubesse que a franquia Call Of Duty, não é Call Of Duty sem guerra, talvez ela nem abrisse a boca.

Nem eu preciso abrir a boca. Qualquer um que entende de games sabe que a "fulana" fez a reportagem pra aparecer na "tê-vê". O que eu acho: mais um furo de reportagem do jornalismo decadente do Brasil!


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Um comentário:

  1. Parabéns pelo post, com certeza a mídia brasileira é usada hoje para influenciar a opnião das pessoas, todo o gamer que sabe o que realmente rola no mundo dos jogos não dão a mínima para oque ela diz, pois ela deveria se preocupar em prender os traficantes, do que ficar dando a opnião de um assunto que entende tão pouco.

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